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terça-feira, 2 de setembro de 2014

GRAVE ACIDENTE DE TRANSITO EM ANTÔNIO MARTINS, COM VITIMA FATAL.

Verônica Moreira, vítima fatal.

Aconteceu agora a pouco um trágico acidente na saída de Antônio Martins para Frutuoso Gomes, no Bairro Alto da Ema, que deixou uma vítima fatal.

A vítima, conhecida por Verônica Moreira, viajava em um veiculo tipo Gol, juntamente com mais cinco pessoas, onde estão sendo atendidas no hospital municipal da cidade, e segundo informações, não correm risco de morte.

O local do acidente foi exatamente na curva que existe na saída da cidade, uma curva bastante perigosa por ser muito fechada. O carro, no qual Verônica viajava, sobrou nesta curva e bateu violentamente em um poste.

Na manha de hoje, terça feira (02/09), por volta das 08h40min, no bairro alto da Ema, mais precisamente na entrada da cidade, ocorreu um grave acidente, envolvendo um veiculo POLO, placa MYR 0262, Antônio Martins/RN.  Segundo informações de pessoas no local o veiculo era conduzido pela pessoa de LULA, como é conhecido, o mesmo vinha sentido Frutuoso Gomes/ Antônio Martins, quando veio a sobra em uma curva na entrada da cidade colidindo com um poste de Alta tensão.

As informações iniciais é que uma jovem por nome de VERÔNICA veio a óbito e os demais foram conduzidos para o hospital. Segundo informações o veiculo era ocupado por 5 pessoas.

A jovem VERÔNICA trabalhava no presépio em Antônio Martins, e tinha um bebé recém-nascido.

O blog Emídio Sena Blog Rádio Caripina é com pesar que informa este triste acidente em que uma jovem mãe de família veio a óbito, Meus pêsames aos familiares.


Via Emidio sena Blog Rádio Caripina /Antônio Martins News

Na Paraíba, Cássio tem 47% e Ricardo, 33%, diz Ibope

Instituto entrevistou 812 eleitores entre os dias 28 e 31 de agosto.

Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 PB
Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (1º) aponta Cássio Cunha Lima (PSDB) com 47% das intenções de voto para o governo da Paraíba, seguido de Ricardo Coutinho (PSB), com 33%, Vital do Rêgo (PMDB), com 4%, e Major Fábio (PROS), com 1%. Esta é primeira pesquisa de intenção de voto feita pelo instituto sobre a eleição estadual após o registro das candidaturas.
A pesquisa foi contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba.
Os candidatos Tárcio Teixeira (PSOL) e Antonio Radical (PSTU) não chegaram a 1% dos votos. Brancos e nulos somaram 8%, e 6% não responderam.
Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):
Cássio Cunha Lima (PSDB) – 47% das intenções de voto
Ricardo Coutinho (PSB) – 33%
Vital do Rêgo (PMDB) – 4%
Major Fábio (PROS) – 1%
Tárcio Teixeira (PSOL) – não chegou a 1%
Antonio Radical (PSTU) – não chegou a 1%
Brancos e nulos – 8%
Não sabe ou não respondeu – 6%
Rejeição
O Ibope também pesquisou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira abaixo:
Ricardo Coutinho (PSB) – 33%
Cássio Cunha Lima (PSDB) – 23%
Vital do Rêgo (PMDB) – 22%
Major Fábio (PROS) – 21%
Tárcio Teixeira (PSOL) – 21%
Antonio Radical (PSTU) – 18%
Poderia votar em todos – 8%
Não sabe ou não respondeu – 11%
A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de agosto. Foram entrevistados 812 eleitores em 43 municípios do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número 00022/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00481/2014.

G1 PB

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Arrombamento à residência no centro de Bom Sucesso PB

Aconteceu na madrugada deste sábado (30 de agosto) um arrombamento à residência no centro da cidade de Bom Sucesso PB, a casa fica por traz da rua principal Sebastião Alves Teixeira perto dos correios. Levaram da residência uma colônia, mais de trinta reais em moeda, celular, entre outros pertences; a vitima não prestou queixa; Pois segundo o mesmo, afirma não suspeitar de ninguém, pois estava ausente no dia do ocorrido, estando em uma cidade vizinha.

A NOTICIA BOM SUCESSO PB

Acusado de matar esposa em Coronel João Pessoa/RN é encontrado morto em uma serra.

O agricultor José Ferreira Filho foi encontrado já sem vida em uma serra na zona rural de Coronel João Pessoa.

Acredita-se que o mesmo tenha cometido suicídio após assassinar a esposa na madrugada deste domingo.

Uma equipe do ITEP/RN foi solicitada no local que é de difícil acesso.
 
Nosso Paraná

Agricultora é assassinada pelo marido na zona Rural de Coronel João Pessoa/RN


Uma crise permanente de ciúmes, seguida de uma briga pode ter sido a causa da morte brutal da agricultora Iane Maria da Silva de 31 anos de idade. O fato aconteceu na madrugada deste domingo, 31 de Agosto, no Sítio Pescaria, Zona Rural do município de Coronel João Pessoa/RN.
De acordo com informações a vítima foi morta por volta de 4h30min da manhã em uma estrada carroçável a poucos metros de sua residência. Ela foi alvejada na testa com um disparo transfixante de uma arma do tipo espingarda.
O acusado de cometer o crime é o seu próprio companheiro identificado como José Pereira Filho de 38 anos de idade, com que a vítima tinha duas crianças de 02 e 11 anos. Após matar a mulher o criminoso ameaçou os vizinhos que presenciaram as cenas de brutalidade.
Segundo informações apuradas pela polícia, o casal passou a noite em uma festa em uma comunidade vizinha e quando retornaram pra casa, por volta de 4 horas da manhã, já vinham discutindo pelo caminho. A briga continuou dentro da residência e quando Iane tentou fugir, foi alcançada e morta a uns 300 metros da casa onde morava com o assassino.
A Policia Militar foi avisada por familiares da vítima que o acusado mandou dizer que voltaria para matar os outros familiares dela, que moram na comunidade, os dois filhos do casal e depois cometeria o suicídio.
Viaturas da Polícia Militar das cidades de Encanto e Coronel João Pessoa estiveram na comunidade e fizeram o isolamento do local até a chegada da equipe do Instituto Técnico e Cientifico de Polícia (ITEP) que no final da manhã removeu o corpo da vítima para a sua sede na cidade de Mossoró aonde o mesmo será necropsiado.
*O Câmera

Campanha de Marina tira do programa apoio a casamento gay

Trecho que trata do casamento gay que a campanha de Marina Silva decidiu suprimir do programa de governo (Foto: Reprodução)


Partido diz que documento não retratou com 'fidelidade' posição sobre tema.
PSB afirma ter compromisso 'irrestrito' com defesa dos direitos LGBT.

Do G1, em Brasília
 
Trecho que trata do casamento gay que a campanha de Marina Silva decidiu suprimir do programa de governo (Foto: Reprodução)
Um dia depois de divulgar o programa de governo da candidata, a campanha da presidenciável Marina Silva (PSB) decidiu retirar trecho que manifestava apoio a propostas para legalizar o casamento igualitário no Brasil, que permite a união entre pessoas do mesmo sexo. Além disso, foi eliminada defesa de um projeto em tramitação no Congresso que criminaliza a homofobia.
Os dois pontos estavam num capítulo sobre os direitos da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transsexuais) e foram substituídos pela seguinte redação: "Garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo".
Em nota divulgada neste sábado (30), a assessoria da campanha informou que o texto inicialmente divulgado, "infelizmente, não retrata com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo" e diz que uma "falha processual na editoração" da versão do programa divulgada na internet e em exemplares impressos permitiu a veiculação de uma redação "que não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT".
No documento divulgado na internet e distribuído à imprensa, constava o seguinte trecho: "Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil".

Também havia a defesa do PLC 122/2006, que equipara a discriminação contra gays aos crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. A proposta, proposta em 2006 e atualmente em tramitação no Senado, sofre forte resistência da comunidade evangélica.
Segundo informou ao G1 a assessoria da campanha, serão substituídas as páginas e 215 e 216 do programa, que abordam os direitos LGBT e tratam do casamento gay.
Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo das atividades do Judiciário, obriga os cartórios a cumprirem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Porém, não há nenhuma lei no país que regulamente o assunto.
De acordo com a nota divulgada neste sábado pela campanha, "a sociedade tem muita dificuldade em lidar com as diferentes visões de mundo, de forma de viver e de escolhas feitas pelas pessoas". A nova versão do programa de governo de Marina Silva diz ainda que os grupos LGBT estão entre as minorias que têm direitos civis que precisam ser respeitados.
“Apesar desse contratempo indesejável [no programa de governo], tanto no texto com alguns equívocos como no correto, permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos", afirma a nota.
Nesta sexta-feira (29), durante o lançamento do programa de governo em São Paulo, Marina Silva foi questionada sobre o apoio a projetos de lei que garantam o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo, Ela disse respeitar e defender o Estado laico e afirmou que, como presidente, terá o compromisso de assegurar direitos civis para "todas as pessoas".
“O nosso compromisso é que os direitos civis das pessoas sejam respeitadas. Queremos o respeito através do Estado laico tanto para os que creem quanto os que não creem. As pessoas têm sua liberdade individual e essa liberdade individual deve ser respeitada", disse.
Em 2010, ano em que disputou pela primeira vez a Presidência, Marina afirmou que, na opinião dela, o casamento é um "sacramento" e que aceitar a união entre pessoas do mesmo sexo iria contra suas convicções religiosas. Apesar disso, na ocasião, se disse a favor da “união de bens” entre homossexuais.

Ainda nesta sexta, horas após a divulgação do programa, a campanha de Marina também corrigiu outro trecho que mencionava a energia nuclear como um dos pontos que merecem atenção para o aperfeiçoamento da matriz energética do país.
Nota
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada neste sábado pela campanha de Marina Silva.
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE
O CAPÍTULO "LGBT", DO PROGRAMA
DE GOVERNO DA COLIGAÇÃO
UNIDOS PELO BRASIL

O texto do capítulo "LGBT", do eixo "Cidadania e Identidades", do Programa de Governo da Coligação Unidos pelo Brasil, que chegou ao conhecimento do público até o momento, infelizmente, não retrata com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo (comentários pela internet sobre as diretrizes do programa, encontros regionais e as dinâmicas de escuta da sociedade civil promovidas pela Coordenação de Programa de Governo e pelos candidatos à Presidência pela Coligação).

Em razão de falha processual na editoração, a versão do Programa de Governo divulgada pela internet até então e a que consta em alguns exemplares impressos distribuídos aos veículos de comunicação incorporou uma redação do referido capítulo que não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT.

Convém ressaltar que, apesar desse contratempo indesejável, tanto no texto com alguns equívocos como no correto, permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos.

Os brasileiros e as brasileiras interessados em conhecer as verdadeiras ideias defendidas pelos candidatos da Coligação Unidos pelo Brasil para a Presidência da República, Marina Silva e Beto Albuquerque, já o podem fazer por meio do site marinasilva.org.br ou pelos exemplares impressos que serão distribuídos a partir de hoje.

O documento que expressa as reais propostas da chapa para o capítulo "LGBT" também pode ser lido abaixo:

LGBT
Ainda que tenhamos dificuldade para admitir, vivemos em uma sociedade que tem muita dificuldade de lidar com as diferenças de visão de mundo, de forma de viver e de escolhas feitas em cada área da vida. Essa dificuldade chega a assumir formas agressivas e sem amparo em qualquer princípio que remeta a relações pacíficas, democráticas e fraternas entre as pessoas.

Nossa cultura tem traços que refletem interesses de grupos que acumularam poder enquanto os que são considerados minoria não encontram espaços de expressão de seus interesses. A democracia só avança se superar a forma tradicional de supremacia da maioria sobre a minoria e passar a buscar que todos tenham formas dignas de se expressar e ter atendidos seus interesses. Os grupos LGBT estão entre essas minorias que têm direitos civis que precisam ser respeitados, defendidos e reconhecidos, pois a Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei, independentemente de idade, sexo, raça, classe social. Assim como em relação às mulheres, aos idosos e às crianças, algumas políticas públicas precisam ser desenvolvidas para atender a especificidade das populações LGBT.

A violência que chega ao assassinato, vitima muitos dos membros dos grupos LGBT. Dados oficiais indicam que, entre 2011 e 2012, os crimes contra esse grupo aumentaram em 11% em nosso país. Outros sofrem tanto preconceito que abandonam a escola e abrem mão de toda a oportunidade que a educação pode dar, o que também, de certa forma, corresponde a uma expressão simbólica de morte.

É preciso desenvolver ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos.

Para assegurar direitos e combater a discriminação:

•         Garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo.

•         Aprovado no Congresso Nacional o Projeto de Lei da Identidade de Gênero Brasileira – conhecida como a Lei João W. Nery – que regulamenta o direito ao reconhecimento da identidade de gênero das “pessoas trans”, com base no modo como se sentem e veem, dispensar a morosa autorização judicial, os laudos médicos e psicológicos, as cirurgias e as hormonioterapias.

•         Como nos processos de adoção interessa o bem-estar da criança que será adotada, dar tratamento igual aos casais adotantes, com todas as exigências e cuidados iguais para ambas as modalidades de união, homo ou heterossexual.

•         Normatizar e especificar o conceito de homofobia no âmbito da administração pública e criar mecanismos para aferir os crimes de natureza homofóbica.

•         Incluir o combate ao bullying, à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação.

•         Garantir e ampliar  a oferta de tratamentos e serviços de saúde para que atendam as necessidades especiais da população LGBT no SUS.

•         Assegurar que os cursos e oportunidades de educação e capacitação formal considerem  os anseios de formação da população LGBT para garantir ingresso no mercado de trabalho.

•         Considerar as proposições do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT na elaboração de políticas públicas específicas para populações LGBT.

G1

domingo, 31 de agosto de 2014

Veículo colide frontalmente com póster na Avenida deputado Américo Maia, em Catolé do Rocha

Veículo colidiu frontalmente sobre poster

Uma colisão de veículo contra um póster afixado na Avenida Deputado Américo Maia, em frente ao Colégio João Agripino Filho, no centro de Catolé do Rocha, foi registrado nas primeiras horas da manhã deste domingo (31).

Por volta das 05h00 a fisioterapeuta Liliane da Silva Souza, residente nesta cidade, trafegava na citada avenida, no sentido bairro do batalhão, quando ao trocar um Pen Drive no som de seu veículo, um Chevolet Corsa Classic, cor preto, placas NPX 5933  - Catolé do Rocha, perdeu o controle do automóvel vindo a colidir frontalmente com o póster da via.

A vítima foi socorrida para o setor de emergência do Hospital Regional Dr. Américo Maia de Catolé do Rocha, aonde foi atendida e medicada, e segundo informações, passa bem, sendo liberada em seguida ao atendimento.








  
Portal Catolé News

Programa de governo de Marina defende que casamento gay vire lei

Marina Silva e o candidato a vice, deputado Beto Albuquerque, durante lançamento do programa de governo da candidata a presidente pelo PSB (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Presidenciável do PSB formalizou nesta sexta propostas para a eleição.
Programa diz que ela apoiará propostas que já tramitam no Congresso.

Nathalia Passarinho* Do G1, em São Paulo
 
Marina Silva e o candidato a vice, deputado Beto Albuquerque, durante lançamento do programa de governo da candidata a presidente pelo PSB, em São Paulo. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
O programa de governo apresentado nesta sexta-feira (29) pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirma que, se eleita, a ex-senadora apoiará a aprovação de propostas que tramitam no Congresso Nacional para garantir o casamento civil igualitário, que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.
Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo das atividades do Judiciário, obrigou todos os cartórios do país a cumprirem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Porém, não há nenhuma lei no país que regulamente o assunto.
Com 242 páginas, o programa de governo de Marina está dividido em seis eixos principais. Na parte que trata sobre Cidadania, a candidata do PSBx ao Palácio do Planalto detalhou propostas de combate ao preconceito contra o segmento LGBT. Ao destacar sugestões, o programa diz que a candidata apoiará a aprovação do casamento homossexual no Legislativo.
"Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil", diz o conjunto de propostas do PSB para a disputa presidencial.
Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil"
Trecho do programa de governo de MarinaSilva que trata de propostas para o segmento LGBT
Ao ser questionada no evento partidário sobre se apoiaria projetos de lei que garantam o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo, Marina Silva disse respeitar e defender o Estado Laico e afirmou que, como presidente, terá o compromisso de assegurar direitos civis para "todas as pessoas".

“O nosso compromisso é que os direitos civis das pessoas sejam respeitadas. Queremos o respeito através do Estado laico tanto para os que creem quanto os que não creem. As pessoas têm sua liberdade individual e essa liberdade individual deve ser respeitada", disse.

Marina completou dizendo ter "a clareza e a defesa do Estado laico". "O Estado laico é uma contribuição dos cristãos protestantes, que durante muito tempo foram perseguidos. É uma proteção dos que não creem, para que não lhes seja imposto credo religioso. E dos que creem, para que possam professar sua fé", completou.

A socióloga Neca Setúbal, umas das coordenadoras do programa de governo do PSB, destacou que uma eventual gestão da ex-senadora terá o compromisso de garantir todos os direitos civis aos homossexuais.
"Nosso compromisso é com o combate radical ao preconceito contra a comunidade LGBT. Vamos defender os direitos dessa população. Direito à saúde, oportunidades e direitos civis da população LGBT", anunciou Neca, gerando aplausos da plateia.
Ao final da solenidade de lançamento do programa de governo, o coordenador das propostas eleitorais de Marina, o ex-deputado Maurício Rands (PSB-PE), disse que a candidata, apesar de ser evangélica, vai defender o direito de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
"Ela será presidente de um Estado laico. Vai governar para todos os brasileiros. Vamos defender os direitos da comunidade LGBT, inclusive o casamento civil. Se a pessoa quiser casar, que case", enfatizou.
Indagado sobre se um eventual governo de Marina Silva se dedicaria a aprovar uma lei que garanta o direito de homossexuais se casarem, Rands foi taxativo:  "A forma será discutida depois. Mas é um compromisso muito forte com a comunidade LGBT."
Casamento gay no Congresso
Atualmente, há 17 projetos em tramitação no Congresso Nacional tratando das relações entre homossexuais. Dessas propostas, 16 estão sob análise da Câmara dos Deputados e uma, do Senado, este de autoria da ministra da Cultura, Marta Suplicy, histórica defensora do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Um dos projetos apresentados na Câmara é de autoria do ex-deputado federal Maurício Rands, atual coordenador do programa de governo de Marina Silva. Sua proposta, apresentada em 2005, permite que companheiros homossexuais sejam incluídos como dependentes de segurados do INSS. Outros deputados também já tentaram criar dispositivos para facilitar a união gay, como Jean Wyllys (PSOL-RJ), José Genoino (PT-SP) e Clodovil Hernandes (PTC-SP).
Por outro lado, há três projetos que pedem a revisão da decisão do STF que reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo, apresentadas pelos deputados João Campos (PSDB-GO), Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), integrantes da bancada evangélica. Feliciano, que gerou protestos de militantes de movimentos sociais na época em que presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, também apresentou projeto que convoca plebiscito sobre o “reconhecimento legal da união homossexual como entidade familiar”.
'Convicções religiosas'
Em 2010, ano em que disputou pela primeira vez a Presidência, Marina afirmou que, na opinião dela, o casamento é um "sacramento" e que aceitar a união entre pessoas do mesmo sexo iria contra suas convicções religiosas. Apesar disso, na ocasião, ela se disse a favor da “união de bens” entre homossexuais.
“Eu defendo os direitos civis da comunidade gay assim como eu tenho direito. Eu tenho direito de ter um plano de saúde com o meu companheiro. Na herança, às vezes as pessoas se dedicam a vida toda para conseguir um patrimônio e quando morre o companheiro lá vai a família tomando tudo. Isso é injusto”, comentou Marina durante a campanha presidencial de 2010.
Produtores rurais
Com histórico de embates com representantes do agronegócio, Marina Silva afirmou, durante seu discurso no evento de lançamento de seu programa de governo, que não tem "preconceito" contra produtores rurais. Ela e o candidato a vice-presidente na chapa do PSB, Beto Albuquerque (PSB-RS), aproveitaram a solenidade para tentar atrair os eleitores do campo que temem que as ideias ambientalistas da candidata sejam prejudiciais ao setor.
“Muita gente pensa que temos preconceito com agricultores. Muito pelo contrário”, disse Marina, destacando que pretende modernizar a infraestrutura de transporte para garantir “meios de escolar a produção e aumentar a eficiência”.
Ela ressaltou, contudo, que é preciso garantir sustentabilidade para que os produtos produzidos no Brasil sejam adquiridos em mercados preocupados com o meio ambiente, como alguns países da Europa.
Muita gente pensa que temos preconceito com agricultores. Muito pelo contrário"
Marina Silva, candidata do PSB à Presidência
“Não há como fugir do desafio do século 21. Não encontro nenhum agricultor que me diga: queremos o direito de desenvolver sem requisitos ambientais. Não há como ter inserção nos mercados qualificados, nos grandes centros, sem sermos capazes de responder aos requisitos ambientais e sociais”, ponderou.
Beto Albuquerque também ressaltou que o programa de governo do PSB assume “compromissos com pequenos e grandes agricultores”. Ele usou seu discurso para criticar declaração do atual vice-presidente da República, Michel Temer, em Porto Alegre, de que a ex-senadora estaria se comportando com “autoritarismo” por “não querer trabalhar com os partidos”.
“Eu diria que autoritários são aqueles que querem governar só com os partidos, sem o povo. Não podem ser autoritários aqueles que chamam o povo para fazer governo. Autoritários são aqueles que fazem acordos para ter minutos e segundos de propaganda de televisão”, disse Albuquerque.
Segundo ele, a chapa formada com Marina Silva é “a expressão da verdadeira democracia”. “Nosso governo não será analógico, será on-line, digital. Diferente das atuais instituições que demoram para responder aos anseios da população.”
Eduardo Campos
Marina Silva chegou ao evento partidário acompanhada de seu candidato a vice e do presidente nacional do PSB, Roberto Amaral. Ao entrar no auditório, ela foi recebida pela plateia aos gritos de "Eduardo, presente. Marina, presidente!".
A cerimônia teve início com um minuto de silêncio em homenagem a Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo, no último dia 13, em meio à campanha.
Os seis pontos do projeto de Marina para a Presidência foram apresentados pelos coordenadores do texto, o ex-deputado Maurício Rands e Neca Setubal, herdeira do banco Itaú e braço-direito da ex-senadora.
Recessão técnica
Marina Silva também citou o quadro econômico do Brasil. Nesta sexta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo
“O que queremos com esse programa [de governo] é que o Brasil, de fato, possa ser economicamente próspero. É lamentável verificar que, por dois semestres consecutivos, o Brasil está com crescimento que nos leva a uma situação de muita dificuldade”, disse.
A candidata prometeu, se vencer a eleição em outubro, reverter esse cenário de queda da economia, com “investimentos feitos da forma correta, na infraestrutura física e humana".
'Brasil de faz de conta'
A presidenciável do PSB também criticou a presidente Dilma Rousseff, dizendo que a propaganda eleitoral do PT quer mostrar um Brasil de “faz de conta”.
“É o atraso na política que nos impede de corrigir os erros, que nos impede de corrigir os novos desafios. Uma coisa importante é reconhecer que temos problema. Eu fico vendo os programas eleitorais do governo e não encontro [na vida real] esse Brasil colorido, onde tudo já foi resolvido, onde as pessoas vivem em um mundo de faz de conta”, disse.
“Nós precisamos encarar da seguinte forma: O que está bom, vamos manter. O que está errado, vamos corrigir”, completou a candidata.
Base no Congresso
A ex-senadora também respondeu a perguntas de jornalistas sobre como ela formará um base de apoio no Congresso Nacional para aprovar projetos, se for eleita. A candidata tem criticado ao longo da campanha as alianças do atual governo com políticos tradicionais, sobretudo do PMDB.
Marina ressaltou que buscará dialogar com os melhores quadros de todos os partidos e citou os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
"As pessoas pensam que a base de sustentação é aderir de forma acrítica. [...] Pretendemos, sim, conversar com Lula, conversar com o Fernando Henrique. Pode ter certeza de que vai ser mais fácil que conversar com Sarney, Renan e ficar refém do PMDB", disse a presidenciável.

* Colaborou Priscilla Mendes

G1

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Salário mínimo previsto para 2015 será de R$ 788,06, diz ministra

A ministra Miriam Belchior entrega ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto de lei orçamentária (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)


Valor consta no projeto da Lei Orçamentária entregue pelo governo. 
Ministra do Planejamento levou o projeto ao presidente do Senado.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília
A ministra Miriam Belchior entrega ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto de lei orçamentária (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou nesta quinta-feira (28) que o Projeto de Lei Orçamentária elaborado pelo governo prevê salário mínimo de R$ 788,06 a partir de 1º de janeiro de 2015. O valor representa um reajuste de 8,8% em relação aos atuais R$ 724.
Belchior fez o anúncio após entregar o projeto da Lei Orçamentária ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Depois de ser entregue ao Congresso, o projeto passa pela análise da Câmara e do Senado e pode sofrer alterações antes de ser aprovado.
Segundo a assessoria da ministra, o impacto do aumento do salário mínimo nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, será de R$ 22 bilhões em 2015.
O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
“O salário mínimo previsto no Orçamento para 2015, a partir de janeiro de 2015, será de R$ 788,06. É a regra que está estabelecida de valorização do salário mínimo”, disse a ministra do Planejamento ao deixar o gabinete do presidente do Senado. O valor é superior àprevisão inicial, de R$ 779,79, divulgada em abril passado.
A auxiliar da presidente Dilma Rousseff disse que as “grandes prioridades” do projeto são as áreas de saúde, educação, combate à pobreza e infraestrutura. O prazo para que o Executivo envie sua previsão de como vai arrecadar e gastar os recursos públicos termina sempre no dia 31 de agosto, conforme determina a lei.
Tramitação no Congresso
A ministra Miriam Belchior pediu ao presidente do Senado uma “análise rápida” da proposta na Casa, de modo que seja aprovada até o final do ano, prazo que não precisa ser cumprido obrigatoriamente pelo Congresso Nacional. Ainda assim, Renan Calheiros confirmou que o parlamento deverá votar o Orçamento até o final do ano, apesar de o Legislativo estar em recesso branco devido ao período eleitoral.

"Esse é o desafio, votar o Orçamento até o final do ano. Vamos certamente ter um ano mais difícil em 2015 e é fundamental que tenhamos orçamento com começo, meio e fim, exequível, para que o país possa retomar a confiança. Vamos ter que otimizar o período que vai do final da eleição até o recesso do final do ano. Mas nós temos que entregar o Orçamento, esse é o dever fundamental do Legislativo", declarou o senador do PMDB após o encontro com a ministra do Planejamento.
“Coloquei toda a equipe do Ministério do Planejamento à disposição do Congresso Nacional para os esclarecimentos necessários, para que o Congresso possa fazer uma análise rápida do Orçamento e possa votá-lo até o final do ano, prazo com o qual o presidente do Senado confirmou que é possível fazer”, declarou Miriam Belchior.
Outros detalhes sobre a proposta orçamentária, segundo Belchior, serão dados durante coletiva de imprensa no Ministério do Planejamento.
O Congresso Nacional ainda não aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015, que deveria servir de base para a elaboração pelo Executivo da proposta orçamentária. Deputados e senadores entraram em recesso informal, chamado “recesso branco”, para poderem se dedicar à campanha eleitoral nos seus estados e só deverão retomar as atividades plenas nas casas após o segundo turno, marcado para 26 de outubro.
A Constituição determina que o recesso oficial do Legislativo só poderia ocorrer se os parlamentares aprovassem a LDO até o último dia de trabalho do semestre (neste ano, 17 de julho).
G1